quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Bento XVI resigna


"Não há espaço para dois."
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 01:41 | 1 comentários   Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Multiplicação das expectativas





Barack Obama acaba de ser surpreendido a multiplicar pães nas caves da Casa Branca. Tudo, aqui.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 23:55 | 2 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Últimos capítulos



Depois de três semanas de espera, com anormal atraso da Amazon, que talvez estivesse à espera que a libra voltasse a subir, finalmente chegaram as duas últimas temporadas do "Guerra e Paz" da televisão. Até daqui a umas semanas.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 19:55 | 1 comentários   Hiperligações para esta mensagem

A match made in heaven

Maradona casa-se em segredo com Sofia Bragança Buchholz. Cristiano Ronaldo apadrinhou, com invulgar eloquência.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 18:10 | 3 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Estado de sítio

No meu quarto em casa dos meus pais, até há bem pouco tempo, tinha colado na parede um cartaz de um concerto dos Sitiados. Não estava à espera disto.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 03:36 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Juntos vamos conseguir

Amanhã é a tomada de posse do Mr President Obama. Entretanto, a RTP deu início às votações para o Festival da Canção 2009 , onde podemos encontrar a Luciana Floribella Abreu com uma música que se chama "Juntos Vamos conseguir" (Yes we can).

Não tenho nada a acrescentar.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:07 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
domingo, 18 de janeiro de 2009

Excesso de confiança ou pura estupidez?

Oito anos depois do 11 de Setembro, um avião volta a cair em Manhattan, desta vez em pleno rio Hudson. Não foi um ataque terrorista, mas mais uma vez se comprova a vulnerabilidade da cidade.

Alguém me fez reparar que nenhum dos passageiros levava colete. Sempre que ando de avião, como já ouvi tantas vezes as explicações das hospedeiras, raramente estou atento ao que dizem. Depois penso que o avião pode cair e por segundos regresso aos avisos. Vou lembrar-me disto da próxima vez, pelo menos para conseguir encontrar o colete.


A CNN mostra, pela primeira vez, alguns vídeos do acidente.

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 03:59 | 1 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Standing next to me


Acabadinho de chegar, em 7'', como é que negligenciei isto em dois mil e oito?

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 06:53 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

The morning after



either/or tem estado na manhã seguinte
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 06:03 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Facebookers de todo o mundo, uni-vos

O Pew Internet and American Life Project acaba de divulgar um estudo sobre a utilização das redes sociais nos Estados Unidos com resultados (mais ou menos) surpreendentes:

1. 35% dos adultos americanos mantém um perfil numa rede social (MySpace, Facebook ou LinkedIn), enquanto em 2005 esta percentagem era apenas de 8%, no que representa um aumento, em apenas 3 anos, que não deve deixar ninguém indiferente; entre os 18 e os 24 anos, esta % chega aos 75!
2. 89% dos utilizadores adultos utiliza as redes sociais preferencialmente para manter o contacto com os amigos; não para flirtar, não.
3. 60% dos adultos restringe o acesso à informação que mantém nos seus perfis e 58% selecciona mesmo quem pode aceder a conteúdo específico (fotografias, posts etc), no que, segundo o estudo, revela um pouco a tensão que caracteriza as redes;
4. Se se dividir a utilização pelo rendimento anual, verifica-se que aquela é menor no escalão com um rendimento superior a 75.000 dólares (31%) do que no escalão com um rendimento inferior a 35.000 dólares no qual a utilização atinge os 45%;
5. 37% dos utilizadores verifica o seu perfil diariamente.


Como utilizador assíduo do Facebook, do Flickr, do Twitter, ou do Blogger, não necessariamente por esta ordem, e com níveis de privacidade variados, devo confessar que estas novas formas de comunicação e interacção social me fascinam, pela sua potencialidade, em muitos campos, desde a política à filantropia, passando, claro, pela economia e pela sua manifestação mais visível que é a publicidade.

Se olharmos para o crescimento do Facebook, em Portugal, nos últimos seis meses, não é difícil adivinhar as percentagens que atingiríamos se um estudo semelhante fosse realizado no nosso país. Baixas, seguramente, atendendo aos níveis de escolaridade e de penetração da internet, mas ainda assim surpreendentes e basta olhar para a evolução da blogosfera lusa desde 2003.

Entre os meus amigos, reais, não os virtuais, tenho de tudo, desde aqueles que se recusam a ou nunca entrariam no Facebook ou versão similar, àqueles que aderiram sem quaisquer reservas ou àqueles que o fizeram timidamente, alguns até com alguma vergonha contida, nunca confessada, mas que não resistiram à trajectória.

Entre os desentendimentos e as meias verdades que proliferam pelas redes e pelos blogues, que também são uma rede social - não se adiciona, mas linca-se ou comenta-se -, a verdade é que somos nós, os utilizadores, quem, em última análise, decide a informação que queremos partilhar e mesmo a veracidade daquilo que expomos, de forma consentida. Expomos demasiado, porventura, pois a natureza humana caracteriza-se por um impulso, muitas vezes incontrolável, para a exibição. E não me refiro à informação pessoal que o Google tem acumulado aos longos destes últimos anos, sem qualquer controlo, pois essa preocupa-me bastante.

Para mim, no entanto, nunca devemos confundir o post com o host e defender o contrário seria ingénuo.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 03:27 | 3 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Simpli(cidade)

O meu BI caducou em Março do ano passado, o que apenas notei em Novembro; como não levava o passaporte, poderia ter sido complicado, não fora a senhora de Orly de uma simpatia extremada. Decidi agora pedir o meu "Cartão de Cidadão" recorrendo ao agendamento anunciado no respectivo site, "para evitar as filas" (sic). Acabo de conseguir uma hora, para as 13 horas do próximo dia 23 de Março. Não há filas que durem dois meses, pois não?
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 00:41 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

BOA NOVA

Boa Nova
© Rui Hermenegildo

A casa de chá estava fechada, num Domingo, o que me parece incompreensível, mas vale sempre a pena voltar a Leça para revisitar uma das primeiras obras do Siza Vieira, especialmente depois de um "arroz de polvo com filetes do mesmo", para citar a dislexia de uma local. A fotografia não reproduz directamente a arquitectura mas dá conta do simbolismo e da força do lugar. Um fim-de-semana no Porto muito preenchido ainda a tempo de visitar a impressionante retrospectiva do Juan Muñoz, em Serralves, que afinal fica até 24 de Fevereiro, e com a oportunidade de assistir em primeira mão aos Micro Audio Waves com o Rui Horta, no TECA. [Zoetrope], um espectáculo a não perder que Lisboa poderá ver na Culturgest no próximo dia 19 de Fevereiro. Gosto de espalhar a Boa Nova.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 08:33 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

O melhor do melhor




Enquanto ainda continua a ser possível fazer o download gratuito da mixtape dos The very best , o projecto de Esau Mwamwaya e de Radioclit, acaba de sair o seu primeiro registo vídeo, da "Kamphopo", construída sobre uma música dos Architecture in Helsinki.

Um dos melhores de 2008 a passar directamente para 2009. Ainda vamos ouvir falar muito (mais) disto.

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 22:46 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Caos calmo



Num filme sobrecarregado de ternura, Nanni Moretti vê-se subitamente confrontado com a morte da sua mulher enquanto salvava uma anónima de se afogar numa praia. Incapaz de lidar com a aparente culpa perante a sua filha de dez anos, o viúvo Moretti entrega-se a um exercício silencioso de purificação no jardim em frente à escola da petiza. Aos poucos, o paternal Moretti vai-se transformando no epicentro redentor dos problemas das pessoas que o rodeiam, conhecidos e desconhecidos, acabando por alcançar a sua própria redenção pessoal através desta missão salvífica involuntária. A sua Itália natal condenou-o pela cena de sexo explícito com Isabella Ferrari que contraria o seu lado mais contido e familiar. Sexo à parte e uma banda sonora, no mínimo, estranha, o filme justifica-se pelas inúmeras personagens que se vão construindo, aparecendo e desaparecendo, algumas quase sem falar, como Kasia Smutniak que, em abono da verdade, também não precisava de o fazer, ou outras que acrescentam à narrativa as situações mais divertidas e a salvam da banalidade: o Director de Recursos Humanos com consciência, que propõe uma modelo de governação para a empresa baseado na Santíssima Trindade; a mulher do Director Executivo demissionário que padece de uma doença invulgar que a faz dizer as frases mais ordinárias nas situações mais inusitadas; ou ainda a descontrolada irmã da falecida, actriz grávida do encenador que personifica a consciência de Moretti. Um filme sobre a perda que revisita os lugares comuns transformando-os em oportunidades.

Três em cinco.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 18:48 | 3 comentários   Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Lisbeth Salander

Não há inocentes. Há apenas diferentes graus de responsabilidade.

Lisbeth Salander, A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo, pág. 396

Tal como seria de esperar, já se encontram em produção os filmes da trilogia de Stieg Larsson, o primeiro a estrear já este ano. Noomi Norén interpreta o papel de Lisbeth Salander, uma personagem fascinante.

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:30 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

2008: AINDA A TEMPO

Para uma última descoberta, via NPR: SON LUX, "Stay".



UM SUPER 2009
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 20:45 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Em tese geral (optimista)

Os defeitos que encontramos na outra pessoa ou a outra pessoa encontra em nós, mais cedo ou mais tarde, acabam por ser considerados como virtudes por outras pessoas.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 09:07 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sábado, 20 de dezembro de 2008

Espectáculo do ano, talvez de uma vida

# 1
Tristan and Isolde
Ópera de Paris
29 de Novembro de 2008
Encenador: Peter Sellars, com projecção de vídeos do Bill Viola
Elenco: Waltraud Meier (Isolde), Clifton Forbis (Tristan), Ekaterina Gubanova (Brangäne), Hans-Josef Selig (King Marke), Alexandro Marco-Buhrmester (Kurwenal), Ralf Lukas (Melot)
Maestro: Semyon Bychov


Waltraud Meier
© Rui Hermenegildo
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 00:41 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Fim-de-semana com o morto


# 1



Depois de muito reflectir - bom, não muito, mas alguma coisa, tenho tido muito tempo para isso - cheguei à conclusão, mais difícil, que deveria escolher apenas um disco que, de certo modo, representasse 2008, e esse disco é, sem qualquer dúvida, pelo menos para mim, o dos Vampire Weekend, quanto mais não seja porque chegou bem cedo, logo em Janeiro, e me acompanhou ao longo de todo o ano, sem cansaço e sempre com um prazer renovado com a sua companhia. Perdi o concerto em Lisboa, porque estava noutro sítio bem melhor e muito mais bem acompanhado, o que não pode ser considerado traição, apenas selecção natural. Músicas como Oxford Comma, A-Punk, Cape Cod Kwassa Kwassa ou I Stand Corrected são "clássicos instantâneos", que vão resistir aos choques do tempo. Música feliz para pessoas mais, ou menos, felizes. Que venha o próximo.


Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 17:44 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Juízes Conselheiros

O amigo Eduardo, sempre atento à moderna jurisprudência lusa, enviou-me um extracto de um acórdão do nosso Supremo Tribunal de Justiça no qual três Juízes Conselheiros nos oferecem, nada mais nada menos, do que uma breve história do ruído, e cito:

«Ao principio era o caos e o silêncio infinito.
Aconteceu o grande estrondo e surgiu o céu e a terra.
Surgiram os mares e as fontes, as florestas e os animais.
Surgiu o paraíso com o seu ruído de fundo.
Surgiu o Homem senhor do paraíso.
E o Homem fez surgir o martelo e a bigorna , o foguete e o tron , o motor a vapor e de explosão , o avião e a bomba H.
O Homem sentiu que podia estar próximo outro grande estrondo, o caos e o silêncio infinito.
O Homem resolveu pensar e , pensando, gritou:
"Todos têm o direito a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado e o dever de o defender."
E envolveu na tarefa de garantir esse ambiente o Estado e os cidadãos.
Mas o Homem não achou ser bom voltar ao paraíso, achou que o progresso era bom e devia continuar, o que havia a fazer era caminhar corrigindo e ordenando as actividades limitando a face negativa das mesmas.
Os homens deviam conviver com o ruído e tudo fazer para o limitar a valores suportáveis.
E o Estado começou por definir as medidas que deviam ser tomadas para prosseguir os objectivos que o Homem lhe fixou.
Entre elas considerou as que visem "garantir o mínimo impacte ambiental , através de uma correcta instalação em termos territoriais das actividades produtivas."
E assim surgiu (entre outras) o D.L. 251/87 (RGR)»

Em Portugal proliferam talentos desaproveitados.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:41 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
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name: Rui Hermenegildo

info: O Domínio dos Deuses, um blogue sobre condomínios

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