sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Standing next to me


Acabadinho de chegar, em 7'', como é que negligenciei isto em dois mil e oito?

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 06:53 | 0 comentários  

The morning after



either/or tem estado na manhã seguinte
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 06:03 | 0 comentários  

Facebookers de todo o mundo, uni-vos

O Pew Internet and American Life Project acaba de divulgar um estudo sobre a utilização das redes sociais nos Estados Unidos com resultados (mais ou menos) surpreendentes:

1. 35% dos adultos americanos mantém um perfil numa rede social (MySpace, Facebook ou LinkedIn), enquanto em 2005 esta percentagem era apenas de 8%, no que representa um aumento, em apenas 3 anos, que não deve deixar ninguém indiferente; entre os 18 e os 24 anos, esta % chega aos 75!
2. 89% dos utilizadores adultos utiliza as redes sociais preferencialmente para manter o contacto com os amigos; não para flirtar, não.
3. 60% dos adultos restringe o acesso à informação que mantém nos seus perfis e 58% selecciona mesmo quem pode aceder a conteúdo específico (fotografias, posts etc), no que, segundo o estudo, revela um pouco a tensão que caracteriza as redes;
4. Se se dividir a utilização pelo rendimento anual, verifica-se que aquela é menor no escalão com um rendimento superior a 75.000 dólares (31%) do que no escalão com um rendimento inferior a 35.000 dólares no qual a utilização atinge os 45%;
5. 37% dos utilizadores verifica o seu perfil diariamente.


Como utilizador assíduo do Facebook, do Flickr, do Twitter, ou do Blogger, não necessariamente por esta ordem, e com níveis de privacidade variados, devo confessar que estas novas formas de comunicação e interacção social me fascinam, pela sua potencialidade, em muitos campos, desde a política à filantropia, passando, claro, pela economia e pela sua manifestação mais visível que é a publicidade.

Se olharmos para o crescimento do Facebook, em Portugal, nos últimos seis meses, não é difícil adivinhar as percentagens que atingiríamos se um estudo semelhante fosse realizado no nosso país. Baixas, seguramente, atendendo aos níveis de escolaridade e de penetração da internet, mas ainda assim surpreendentes e basta olhar para a evolução da blogosfera lusa desde 2003.

Entre os meus amigos, reais, não os virtuais, tenho de tudo, desde aqueles que se recusam a ou nunca entrariam no Facebook ou versão similar, àqueles que aderiram sem quaisquer reservas ou àqueles que o fizeram timidamente, alguns até com alguma vergonha contida, nunca confessada, mas que não resistiram à trajectória.

Entre os desentendimentos e as meias verdades que proliferam pelas redes e pelos blogues, que também são uma rede social - não se adiciona, mas linca-se ou comenta-se -, a verdade é que somos nós, os utilizadores, quem, em última análise, decide a informação que queremos partilhar e mesmo a veracidade daquilo que expomos, de forma consentida. Expomos demasiado, porventura, pois a natureza humana caracteriza-se por um impulso, muitas vezes incontrolável, para a exibição. E não me refiro à informação pessoal que o Google tem acumulado aos longos destes últimos anos, sem qualquer controlo, pois essa preocupa-me bastante.

Para mim, no entanto, nunca devemos confundir o post com o host e defender o contrário seria ingénuo.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 03:27 | 3 comentários  

Simpli(cidade)

O meu BI caducou em Março do ano passado, o que apenas notei em Novembro; como não levava o passaporte, poderia ter sido complicado, não fora a senhora de Orly de uma simpatia extremada. Decidi agora pedir o meu "Cartão de Cidadão" recorrendo ao agendamento anunciado no respectivo site, "para evitar as filas" (sic). Acabo de conseguir uma hora, para as 13 horas do próximo dia 23 de Março. Não há filas que durem dois meses, pois não?
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 00:41 | 0 comentários  
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

BOA NOVA

Boa Nova
© Rui Hermenegildo

A casa de chá estava fechada, num Domingo, o que me parece incompreensível, mas vale sempre a pena voltar a Leça para revisitar uma das primeiras obras do Siza Vieira, especialmente depois de um "arroz de polvo com filetes do mesmo", para citar a dislexia de uma local. A fotografia não reproduz directamente a arquitectura mas dá conta do simbolismo e da força do lugar. Um fim-de-semana no Porto muito preenchido ainda a tempo de visitar a impressionante retrospectiva do Juan Muñoz, em Serralves, que afinal fica até 24 de Fevereiro, e com a oportunidade de assistir em primeira mão aos Micro Audio Waves com o Rui Horta, no TECA. [Zoetrope], um espectáculo a não perder que Lisboa poderá ver na Culturgest no próximo dia 19 de Fevereiro. Gosto de espalhar a Boa Nova.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 08:33 | 0 comentários  
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

O melhor do melhor




Enquanto ainda continua a ser possível fazer o download gratuito da mixtape dos The very best , o projecto de Esau Mwamwaya e de Radioclit, acaba de sair o seu primeiro registo vídeo, da "Kamphopo", construída sobre uma música dos Architecture in Helsinki.

Um dos melhores de 2008 a passar directamente para 2009. Ainda vamos ouvir falar muito (mais) disto.

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 22:46 | 0 comentários  

Caos calmo



Num filme sobrecarregado de ternura, Nanni Moretti vê-se subitamente confrontado com a morte da sua mulher enquanto salvava uma anónima de se afogar numa praia. Incapaz de lidar com a aparente culpa perante a sua filha de dez anos, o viúvo Moretti entrega-se a um exercício silencioso de purificação no jardim em frente à escola da petiza. Aos poucos, o paternal Moretti vai-se transformando no epicentro redentor dos problemas das pessoas que o rodeiam, conhecidos e desconhecidos, acabando por alcançar a sua própria redenção pessoal através desta missão salvífica involuntária. A sua Itália natal condenou-o pela cena de sexo explícito com Isabella Ferrari que contraria o seu lado mais contido e familiar. Sexo à parte e uma banda sonora, no mínimo, estranha, o filme justifica-se pelas inúmeras personagens que se vão construindo, aparecendo e desaparecendo, algumas quase sem falar, como Kasia Smutniak que, em abono da verdade, também não precisava de o fazer, ou outras que acrescentam à narrativa as situações mais divertidas e a salvam da banalidade: o Director de Recursos Humanos com consciência, que propõe uma modelo de governação para a empresa baseado na Santíssima Trindade; a mulher do Director Executivo demissionário que padece de uma doença invulgar que a faz dizer as frases mais ordinárias nas situações mais inusitadas; ou ainda a descontrolada irmã da falecida, actriz grávida do encenador que personifica a consciência de Moretti. Um filme sobre a perda que revisita os lugares comuns transformando-os em oportunidades.

Três em cinco.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 18:48 | 3 comentários  
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Lisbeth Salander

Não há inocentes. Há apenas diferentes graus de responsabilidade.

Lisbeth Salander, A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo, pág. 396

Tal como seria de esperar, já se encontram em produção os filmes da trilogia de Stieg Larsson, o primeiro a estrear já este ano. Noomi Norén interpreta o papel de Lisbeth Salander, uma personagem fascinante.

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:30 | 0 comentários  
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

2008: AINDA A TEMPO

Para uma última descoberta, via NPR: SON LUX, "Stay".



UM SUPER 2009
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 20:45 | 0 comentários  
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Em tese geral (optimista)

Os defeitos que encontramos na outra pessoa ou a outra pessoa encontra em nós, mais cedo ou mais tarde, acabam por ser considerados como virtudes por outras pessoas.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 09:07 | 0 comentários  
sábado, 20 de dezembro de 2008

Espectáculo do ano, talvez de uma vida

# 1
Tristan and Isolde
Ópera de Paris
29 de Novembro de 2008
Encenador: Peter Sellars, com projecção de vídeos do Bill Viola
Elenco: Waltraud Meier (Isolde), Clifton Forbis (Tristan), Ekaterina Gubanova (Brangäne), Hans-Josef Selig (King Marke), Alexandro Marco-Buhrmester (Kurwenal), Ralf Lukas (Melot)
Maestro: Semyon Bychov


Waltraud Meier
© Rui Hermenegildo
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 00:41 | 0 comentários  
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Fim-de-semana com o morto


# 1



Depois de muito reflectir - bom, não muito, mas alguma coisa, tenho tido muito tempo para isso - cheguei à conclusão, mais difícil, que deveria escolher apenas um disco que, de certo modo, representasse 2008, e esse disco é, sem qualquer dúvida, pelo menos para mim, o dos Vampire Weekend, quanto mais não seja porque chegou bem cedo, logo em Janeiro, e me acompanhou ao longo de todo o ano, sem cansaço e sempre com um prazer renovado com a sua companhia. Perdi o concerto em Lisboa, porque estava noutro sítio bem melhor e muito mais bem acompanhado, o que não pode ser considerado traição, apenas selecção natural. Músicas como Oxford Comma, A-Punk, Cape Cod Kwassa Kwassa ou I Stand Corrected são "clássicos instantâneos", que vão resistir aos choques do tempo. Música feliz para pessoas mais, ou menos, felizes. Que venha o próximo.


Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 17:44 | 0 comentários  
terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Juízes Conselheiros

O amigo Eduardo, sempre atento à moderna jurisprudência lusa, enviou-me um extracto de um acórdão do nosso Supremo Tribunal de Justiça no qual três Juízes Conselheiros nos oferecem, nada mais nada menos, do que uma breve história do ruído, e cito:

«Ao principio era o caos e o silêncio infinito.
Aconteceu o grande estrondo e surgiu o céu e a terra.
Surgiram os mares e as fontes, as florestas e os animais.
Surgiu o paraíso com o seu ruído de fundo.
Surgiu o Homem senhor do paraíso.
E o Homem fez surgir o martelo e a bigorna , o foguete e o tron , o motor a vapor e de explosão , o avião e a bomba H.
O Homem sentiu que podia estar próximo outro grande estrondo, o caos e o silêncio infinito.
O Homem resolveu pensar e , pensando, gritou:
"Todos têm o direito a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado e o dever de o defender."
E envolveu na tarefa de garantir esse ambiente o Estado e os cidadãos.
Mas o Homem não achou ser bom voltar ao paraíso, achou que o progresso era bom e devia continuar, o que havia a fazer era caminhar corrigindo e ordenando as actividades limitando a face negativa das mesmas.
Os homens deviam conviver com o ruído e tudo fazer para o limitar a valores suportáveis.
E o Estado começou por definir as medidas que deviam ser tomadas para prosseguir os objectivos que o Homem lhe fixou.
Entre elas considerou as que visem "garantir o mínimo impacte ambiental , através de uma correcta instalação em termos territoriais das actividades produtivas."
E assim surgiu (entre outras) o D.L. 251/87 (RGR)»

Em Portugal proliferam talentos desaproveitados.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:41 | 0 comentários  
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A Rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo


Nunca me interessei muito por policiais, mas a verdade é que em menos de uma semana devorei o primeiro volume e comecei ontem o segundo da trilogia de Stieg Larsson, Millenium.
Dispensava o "product placement" que atravessa um pouco todo o livro, entre produtos da Macintosh e da Hasselblad ou outras que tal, mesmo sendo fã das duas marcas, mas só a personagem Lisbeth Salander já justificava o culto.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:56 | 0 comentários  

Geração Y

Finalmente onláine.
Via Mr. Pedro "How Soon Is Now" Mexia.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:37 | 0 comentários  

Jingle Jams

O Natal é sempre propício às cançonetas e vai daí a NPR pediu a dez estações de rádio que enviassem as suas 10 canções de Natal preferidas e que podem ser ouvidas aqui, em stream. Eu continuo a preferir o clássico dos Ramones, 'Cause Christmas ain't the time for breaking each other's hearts'.

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 00:06 | 0 comentários  
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Variedades suecas



Cheguei cedo, talvez cedo de mais, mas àquela hora as pessoas já se alinhavam pela porta de entrada, à espera de um lugar ao lado do palco. Passado pouco tempo, a fila já era um grande arco. Depois de entrar, lá consegui um lugar mais do que privilegiado, uma autêntica novidade para mim. À minha frente tinha apenas um casal que ultimava o seu passatempo preferido: escrever “hug me”, neste caso nas próprias mãos, e esperar pelo momento apropriado para conseguir a atenção do artista e receber o referido abraço. Pareceu-me um pouco patético, confesso, mas quem sou eu para julgar os hábitos das pessoas. “Ontem conseguiu um tele-beijo”, dizia-me a namorada com um orgulho evidente. Esqueci-me de perguntar de quem e o que é um tele-beijo. Enfim. A dita namorada tinha pouco mais de um metro e cinquenta, o que me proporcionou uma vista tão desafogada quanto próxima da Lykke Li. E aqui chegamos ao que interessa. Depois de quase um ano a falar da senhora sueca, finalmente tinha-a à minha frente. Permitam-me, por isso, um comentário lateral para afirmar que a Lykke Li, a Marina Mota que me perdoe, tem as pernas mais bonitas que o Parque Mayer viu em muitos anos. Entrou, mexeu-se, remexeu-se, tocou, cantou, pulou, encantou. Aqueles saltinhos que quase simulam um desmaio são inesquecíveis e a sua voz megafónica permanece no subconsciente por bastante tempo. A versão de Cape Cod Kwassa Kwassa, dos Vampire Weekend, apanhou-me desprevenido, mas foram as suas próprias músicas que se transcenderam, conquistando ao vivo uma energia que no disco é mais dissimulada. Nota-se que é no palco que a personalidade de Lykke Li se desenvolve e essa euforia passa para quem está a assistir, por contraste com a outra sueca do festival, Sarah Assbring, que fez o apoio vocal em duas músicas, e parecia estar em lamento constante pela morte do seu animal de estimação. Para mim, faltou a “Time Flies”, mas menos de uma hora de concerto não dá para muito mais e o que tivemos foi o melhor concerto do Super Bock em Stock. Faltou outra coisa, muito mais importante, mas essa não posso nomeá-la aqui.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 22:56 | 0 comentários  
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Música Nova: Fan Death



Depois de Chromatics, Glass Candy, et al: Fan Death, com Veronica's Veil.
Mr Erol Alkan já remisturou, re-editou e essas coisas todas.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 19:57 | 0 comentários  

This Charming Man



1.ª noite Stock em Bock ou lá o que isto é (em anotações rápidas)

Ladyhawke:
Foi uma desilusão ver a nova-zelandesa sem qualquer garra, a arranhar a guitarra, por sinal lindíssima, enquanto desfilava as músicas que lhe conquistaram o hype. Não demonstrou a convicção necessária e saí antes de "Paris is Burning". Um músico que não toca como se fosse a última vez não merece o nosso respeito.

Santogold:
O melhor momento da noite foi-nos proporcionado pela remistura e a entrada inusitada do "This Charming Man", no aquecimento para Santogold, pelo DJ da dita. Há músicas que têm este efeito e simplesmente não estava à espera. Santogold agarrou bem o público e, ao contrário de Ladyhawke, justificou plenamente o hype e comprovou o seu carisma. Saí antes de acabar, pois a sala há muito que estava irrespirável, para mim entenda-se.

Rui Reininho:
Picar o ponto no one-man-show-Reininho, com banda à altura e Armando Teixeira. Só ouvi uma música e quase fui expulso por não ter credencial de fotógrafo. Situação a rever.

El Perro del Mar:
A hora avançada pedia algo mais animado, mas a voz de Sarah Assbring conseguiu embalar-nos apesar do ruído de fundo, por vezes demasiado incómodo, que vinha do Bar. Tudo muito triste e pungente àquela hora da noite.

E para hoje, Lykke Li, finalmente.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 18:15 | 0 comentários  

Estupidez "na hora"

Desde Março de 2007, passou a ser possível constituir associações "na hora”, o que, ao lado das empresas "na hora”, traduz uma medida emblemática do programa SIMPLEX do Governo de José Sócrates. Pretende-se com isto, julgo eu, promover o movimento associativo e desenvolver o chamado "Terceiro Sector". Os cidadãos que pretendam constituir uma associação "na hora" têm, no entanto, de escolher uma denominação entre uma lista previamente fornecida pelo Ministério da Justiça.

Caso não tenham nada para fazer, ou cheguem lá por ossos do ofício, como foi o meu caso, recomendo vivamente a leitura da referida lista de denominações, cujo número 0 é uma cinematográfica “007...ORDEM PARA BRINCAR”. Afinal sempre estamos em mês de Bond, e o "Quantum of Solace" já estava registado. Mas não pensem que as mentes criativas do Ministério se ficam por aqui, não, e deixo em baixo apenas uma selecção aleatória. Não entendo como é que a lista ainda é tão longa, deve ser seguramente pela diminuição do associativismo em Portugal. Não se inibam de experimentar e fazer “associações”, passo a expressão, pois é um óptimo exercício linguístico.

(as propostas de denominação do Ministério estão em MAIÚSCULAS):

- À SOMBRA DA BANANEIRA, que se poderia conjugar com AFASTAPREGUIÇA
- ABELHINHA MATREIRA, para apicultores?
- ABRAÇO APERTADO, que poderia ser uma filial da AFECTOS À SOLTA ou da PRAZER DE DAR
- ANJINHO DA MAMÃ, que seria o predilecto da MODERNASEDUTORA, SEMPRE SOLTA e com ORDEM PARA DOMINAR, depois de um PECADO BEM PASSADO, em POSIÇÃO VERTICAL e com PERNAS PARA ANDAR, SENSAÇÕES AOS MOLHOS e em SESSÃO CONTÍNUA
- SUSSURROS MISTERIOSOS da TURMA DO LAZER, em ÚNICA PAIXÃO
- ANTIGAS & ENIGMÁTICAS com RESMAS DE SEDUÇÃO em RITUAL PRIVADO para deixar SEMENTE GIGANTE
- ASSUNTOS COM INTERESSE, em que é que estariam a pensar?
- BODA & BANDURRA, como?!?
- BRANCAÓLICOS, para os viciados na branca
- CALOTE ESFÉRICA, para o sistema financeiro
- INTUIÇÃO MASCULINA, não têm INTUIÇÃO FEMININA, já devia estar tomada
- LETRA DE FORMA, o Augusto Seabra que se cuide
- LOGIN FOR LOVE, deve ser para speed-dating, afiliada da MEETINGTOWN
- MARRETADAS NO PASSADO, para REFINAR ESTRATÉGIAS e RESGATAR MOMENTOS
- Varações em dourado: BASTÃO DOURADO, CREPÚSCULO DOURADO, MILHAFRE DOURADO, DIAS DOURADOS, FLABELO DOURADO, FUNDO DOURADO, NICHO DOURADO, PINÁCULOS DOURADOS, VASO DOURADO, VERÃO DOURADO, CHUVA... NÃOAOO!!!
- ÓPTIMO ASTRAL, por causa do acordo ortográfico
- PAELHA D'OPORTUNIDADES, pelos nossos hermanos
- PARE, ESCUTE E ESCOLHA, para aproveitar frases célebres, ou não
- PASSWORD A BORDO, versão web 2.0.
- TALCO E TERNURA, para associações de mães, espero
- TUDO TEM UMA CAUSA... (as reticências fazem parte da denominação).
E finalmente,
- DE MIAR POR MAIS
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 17:41 | 0 comentários  
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Acerca de mim

name: Rui Hermenegildo

info: O Domínio dos Deuses, um blogue sobre condomínios

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