quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

2008: AINDA A TEMPO

Para uma última descoberta, via NPR: SON LUX, "Stay".



UM SUPER 2009
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 20:45 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Em tese geral (optimista)

Os defeitos que encontramos na outra pessoa ou a outra pessoa encontra em nós, mais cedo ou mais tarde, acabam por ser considerados como virtudes por outras pessoas.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 09:07 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sábado, 20 de dezembro de 2008

Espectáculo do ano, talvez de uma vida

# 1
Tristan and Isolde
Ópera de Paris
29 de Novembro de 2008
Encenador: Peter Sellars, com projecção de vídeos do Bill Viola
Elenco: Waltraud Meier (Isolde), Clifton Forbis (Tristan), Ekaterina Gubanova (Brangäne), Hans-Josef Selig (King Marke), Alexandro Marco-Buhrmester (Kurwenal), Ralf Lukas (Melot)
Maestro: Semyon Bychov


Waltraud Meier
© Rui Hermenegildo
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 00:41 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Fim-de-semana com o morto


# 1



Depois de muito reflectir - bom, não muito, mas alguma coisa, tenho tido muito tempo para isso - cheguei à conclusão, mais difícil, que deveria escolher apenas um disco que, de certo modo, representasse 2008, e esse disco é, sem qualquer dúvida, pelo menos para mim, o dos Vampire Weekend, quanto mais não seja porque chegou bem cedo, logo em Janeiro, e me acompanhou ao longo de todo o ano, sem cansaço e sempre com um prazer renovado com a sua companhia. Perdi o concerto em Lisboa, porque estava noutro sítio bem melhor e muito mais bem acompanhado, o que não pode ser considerado traição, apenas selecção natural. Músicas como Oxford Comma, A-Punk, Cape Cod Kwassa Kwassa ou I Stand Corrected são "clássicos instantâneos", que vão resistir aos choques do tempo. Música feliz para pessoas mais, ou menos, felizes. Que venha o próximo.


Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 17:44 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Juízes Conselheiros

O amigo Eduardo, sempre atento à moderna jurisprudência lusa, enviou-me um extracto de um acórdão do nosso Supremo Tribunal de Justiça no qual três Juízes Conselheiros nos oferecem, nada mais nada menos, do que uma breve história do ruído, e cito:

«Ao principio era o caos e o silêncio infinito.
Aconteceu o grande estrondo e surgiu o céu e a terra.
Surgiram os mares e as fontes, as florestas e os animais.
Surgiu o paraíso com o seu ruído de fundo.
Surgiu o Homem senhor do paraíso.
E o Homem fez surgir o martelo e a bigorna , o foguete e o tron , o motor a vapor e de explosão , o avião e a bomba H.
O Homem sentiu que podia estar próximo outro grande estrondo, o caos e o silêncio infinito.
O Homem resolveu pensar e , pensando, gritou:
"Todos têm o direito a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado e o dever de o defender."
E envolveu na tarefa de garantir esse ambiente o Estado e os cidadãos.
Mas o Homem não achou ser bom voltar ao paraíso, achou que o progresso era bom e devia continuar, o que havia a fazer era caminhar corrigindo e ordenando as actividades limitando a face negativa das mesmas.
Os homens deviam conviver com o ruído e tudo fazer para o limitar a valores suportáveis.
E o Estado começou por definir as medidas que deviam ser tomadas para prosseguir os objectivos que o Homem lhe fixou.
Entre elas considerou as que visem "garantir o mínimo impacte ambiental , através de uma correcta instalação em termos territoriais das actividades produtivas."
E assim surgiu (entre outras) o D.L. 251/87 (RGR)»

Em Portugal proliferam talentos desaproveitados.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:41 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A Rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo


Nunca me interessei muito por policiais, mas a verdade é que em menos de uma semana devorei o primeiro volume e comecei ontem o segundo da trilogia de Stieg Larsson, Millenium.
Dispensava o "product placement" que atravessa um pouco todo o livro, entre produtos da Macintosh e da Hasselblad ou outras que tal, mesmo sendo fã das duas marcas, mas só a personagem Lisbeth Salander já justificava o culto.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:56 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Geração Y

Finalmente onláine.
Via Mr. Pedro "How Soon Is Now" Mexia.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 02:37 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Jingle Jams

O Natal é sempre propício às cançonetas e vai daí a NPR pediu a dez estações de rádio que enviassem as suas 10 canções de Natal preferidas e que podem ser ouvidas aqui, em stream. Eu continuo a preferir o clássico dos Ramones, 'Cause Christmas ain't the time for breaking each other's hearts'.

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 00:06 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Variedades suecas



Cheguei cedo, talvez cedo de mais, mas àquela hora as pessoas já se alinhavam pela porta de entrada, à espera de um lugar ao lado do palco. Passado pouco tempo, a fila já era um grande arco. Depois de entrar, lá consegui um lugar mais do que privilegiado, uma autêntica novidade para mim. À minha frente tinha apenas um casal que ultimava o seu passatempo preferido: escrever “hug me”, neste caso nas próprias mãos, e esperar pelo momento apropriado para conseguir a atenção do artista e receber o referido abraço. Pareceu-me um pouco patético, confesso, mas quem sou eu para julgar os hábitos das pessoas. “Ontem conseguiu um tele-beijo”, dizia-me a namorada com um orgulho evidente. Esqueci-me de perguntar de quem e o que é um tele-beijo. Enfim. A dita namorada tinha pouco mais de um metro e cinquenta, o que me proporcionou uma vista tão desafogada quanto próxima da Lykke Li. E aqui chegamos ao que interessa. Depois de quase um ano a falar da senhora sueca, finalmente tinha-a à minha frente. Permitam-me, por isso, um comentário lateral para afirmar que a Lykke Li, a Marina Mota que me perdoe, tem as pernas mais bonitas que o Parque Mayer viu em muitos anos. Entrou, mexeu-se, remexeu-se, tocou, cantou, pulou, encantou. Aqueles saltinhos que quase simulam um desmaio são inesquecíveis e a sua voz megafónica permanece no subconsciente por bastante tempo. A versão de Cape Cod Kwassa Kwassa, dos Vampire Weekend, apanhou-me desprevenido, mas foram as suas próprias músicas que se transcenderam, conquistando ao vivo uma energia que no disco é mais dissimulada. Nota-se que é no palco que a personalidade de Lykke Li se desenvolve e essa euforia passa para quem está a assistir, por contraste com a outra sueca do festival, Sarah Assbring, que fez o apoio vocal em duas músicas, e parecia estar em lamento constante pela morte do seu animal de estimação. Para mim, faltou a “Time Flies”, mas menos de uma hora de concerto não dá para muito mais e o que tivemos foi o melhor concerto do Super Bock em Stock. Faltou outra coisa, muito mais importante, mas essa não posso nomeá-la aqui.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 22:56 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Música Nova: Fan Death



Depois de Chromatics, Glass Candy, et al: Fan Death, com Veronica's Veil.
Mr Erol Alkan já remisturou, re-editou e essas coisas todas.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 19:57 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

This Charming Man



1.ª noite Stock em Bock ou lá o que isto é (em anotações rápidas)

Ladyhawke:
Foi uma desilusão ver a nova-zelandesa sem qualquer garra, a arranhar a guitarra, por sinal lindíssima, enquanto desfilava as músicas que lhe conquistaram o hype. Não demonstrou a convicção necessária e saí antes de "Paris is Burning". Um músico que não toca como se fosse a última vez não merece o nosso respeito.

Santogold:
O melhor momento da noite foi-nos proporcionado pela remistura e a entrada inusitada do "This Charming Man", no aquecimento para Santogold, pelo DJ da dita. Há músicas que têm este efeito e simplesmente não estava à espera. Santogold agarrou bem o público e, ao contrário de Ladyhawke, justificou plenamente o hype e comprovou o seu carisma. Saí antes de acabar, pois a sala há muito que estava irrespirável, para mim entenda-se.

Rui Reininho:
Picar o ponto no one-man-show-Reininho, com banda à altura e Armando Teixeira. Só ouvi uma música e quase fui expulso por não ter credencial de fotógrafo. Situação a rever.

El Perro del Mar:
A hora avançada pedia algo mais animado, mas a voz de Sarah Assbring conseguiu embalar-nos apesar do ruído de fundo, por vezes demasiado incómodo, que vinha do Bar. Tudo muito triste e pungente àquela hora da noite.

E para hoje, Lykke Li, finalmente.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 18:15 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Estupidez "na hora"

Desde Março de 2007, passou a ser possível constituir associações "na hora”, o que, ao lado das empresas "na hora”, traduz uma medida emblemática do programa SIMPLEX do Governo de José Sócrates. Pretende-se com isto, julgo eu, promover o movimento associativo e desenvolver o chamado "Terceiro Sector". Os cidadãos que pretendam constituir uma associação "na hora" têm, no entanto, de escolher uma denominação entre uma lista previamente fornecida pelo Ministério da Justiça.

Caso não tenham nada para fazer, ou cheguem lá por ossos do ofício, como foi o meu caso, recomendo vivamente a leitura da referida lista de denominações, cujo número 0 é uma cinematográfica “007...ORDEM PARA BRINCAR”. Afinal sempre estamos em mês de Bond, e o "Quantum of Solace" já estava registado. Mas não pensem que as mentes criativas do Ministério se ficam por aqui, não, e deixo em baixo apenas uma selecção aleatória. Não entendo como é que a lista ainda é tão longa, deve ser seguramente pela diminuição do associativismo em Portugal. Não se inibam de experimentar e fazer “associações”, passo a expressão, pois é um óptimo exercício linguístico.

(as propostas de denominação do Ministério estão em MAIÚSCULAS):

- À SOMBRA DA BANANEIRA, que se poderia conjugar com AFASTAPREGUIÇA
- ABELHINHA MATREIRA, para apicultores?
- ABRAÇO APERTADO, que poderia ser uma filial da AFECTOS À SOLTA ou da PRAZER DE DAR
- ANJINHO DA MAMÃ, que seria o predilecto da MODERNASEDUTORA, SEMPRE SOLTA e com ORDEM PARA DOMINAR, depois de um PECADO BEM PASSADO, em POSIÇÃO VERTICAL e com PERNAS PARA ANDAR, SENSAÇÕES AOS MOLHOS e em SESSÃO CONTÍNUA
- SUSSURROS MISTERIOSOS da TURMA DO LAZER, em ÚNICA PAIXÃO
- ANTIGAS & ENIGMÁTICAS com RESMAS DE SEDUÇÃO em RITUAL PRIVADO para deixar SEMENTE GIGANTE
- ASSUNTOS COM INTERESSE, em que é que estariam a pensar?
- BODA & BANDURRA, como?!?
- BRANCAÓLICOS, para os viciados na branca
- CALOTE ESFÉRICA, para o sistema financeiro
- INTUIÇÃO MASCULINA, não têm INTUIÇÃO FEMININA, já devia estar tomada
- LETRA DE FORMA, o Augusto Seabra que se cuide
- LOGIN FOR LOVE, deve ser para speed-dating, afiliada da MEETINGTOWN
- MARRETADAS NO PASSADO, para REFINAR ESTRATÉGIAS e RESGATAR MOMENTOS
- Varações em dourado: BASTÃO DOURADO, CREPÚSCULO DOURADO, MILHAFRE DOURADO, DIAS DOURADOS, FLABELO DOURADO, FUNDO DOURADO, NICHO DOURADO, PINÁCULOS DOURADOS, VASO DOURADO, VERÃO DOURADO, CHUVA... NÃOAOO!!!
- ÓPTIMO ASTRAL, por causa do acordo ortográfico
- PAELHA D'OPORTUNIDADES, pelos nossos hermanos
- PARE, ESCUTE E ESCOLHA, para aproveitar frases célebres, ou não
- PASSWORD A BORDO, versão web 2.0.
- TALCO E TERNURA, para associações de mães, espero
- TUDO TEM UMA CAUSA... (as reticências fazem parte da denominação).
E finalmente,
- DE MIAR POR MAIS
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Unattainable

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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

How do I love Thee?



XLIII

How do I love thee? Let me count the ways.
I love thee to the depth and breadth and height
My soul can reach, when feeling out of sight
For the ends of Being and ideal Grace.
I love thee to the level of everyday's
Most quiet need, by sun and candle-light.
I love thee freely, as men strive for Right;
I love thee purely, as they turn from Praise.
I love thee with a passion put to use
In my old griefs, and with my childhood's faith.
I love thee with a love I seemed to lose
With my lost saints, --- I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life! --- and, if God choose,
I shall but love thee better after death.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 19:42 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, 25 de novembro de 2008

Coisas que nos fazem sentir bem

Com votos de uma rápida recuperação, um agradecimento sincero à Carla Hilário Quevedo, pelo destaque. O Domínio dos Deuses sente-se um condomínio de luxo e, apesar do risco de «deflação», até já aumentámos os preços.

Agora vou ali assistir ao lançamento d'A Nova Esquerda,
Raízes teóricas e horizonte político
, do Celso Cruzeiro: "O essencial da resposta a dar por uma esquerda nova, na difícil hora que atravessamos, passa pois pela questão de saber ler os sinais que a realidade de hoje lhe aponta: a urgência da construção de um programa emancipatório que constitui a sua identidade matricial, mas agora despido da certeza, do determinismo e da universalidade, tão só passível de ser desenhado no quadro da probabilidade, da contingência e da historicidade".

Esquerda e física quântica, só pode ser coisa boa.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 00:52 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
domingo, 23 de novembro de 2008

Sir Vidia



Esta tarde, na Fundação que alguns blogues persistem em denegrir, confundindo a árvore com a floresta, porque sim, porventura devido a alguma desonestidade intelectual, mas isso seria impossível de comprovar, excepto por métodos igualmente ilegítimos, entenda-se, no âmbito da exposição acusada de supremo "cabotinismo", Sir Vidia Naipaul, após uma leitura comovente, com um sotaque irrepreensível, leu excertos do auto-biográfico "The Enigma of The Arrival" (1987) e aceitou questões de uma plateia mais ou menos embevecida, incluindo de Maria Filomena Mónica, que interpelou Naipaul sobre a vantagem da periferia para una análise mais acutilante da realidade. O Nobel, com algumas dificuldades de audição, lá foi respondendo, pausadamente, reverberando aquilo que constitui uma lição de vida: não existem métodos de criação, nem ideologias de comportamento, apenas a liberdade de pensarmos por nós próprios.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 07:02 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Justiça em acção

"Inserido no programa recreativo do Oitavo Congresso [dos Juízes Portugueses], realiza-se um torneio de golfe, dia 23 de Novembro, na Quinta da Barca, Esposende, aberto a Juízes, Procuradores, Advogados e Funcionários Judiciais e familiares."

César, desculpa-me a piada fácil, espero que o congresso tenha sido um sucesso.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 01:07 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sábado, 22 de novembro de 2008

O improvável não é impossível

Acabo de ler o FT, edição de fim-de-semana, e já não me apetece sair de casa, com medo de que o mundo acabe entretanto. Ou então deveria sair, para aproveitar o tempo que resta, mas pode dar-se o caso das simulações em lisboa serem mais reais do que pensamos. Enfim, uma maçada. Quanto mais leio sobre a crise económica mais fico com a convicção que ninguém sabe muito bem o que está a fazer e que, por mais que se faça ou se tente fazer, nada será suficiente para corrigir os erros de duas décadas de concentração irresponsável de riqueza nas mãos de uns poucos. Como ainda faltava alguma irracionalidade no sistema, os bancos estão tão receosos de emprestar dinheiro que com isso estão a arruinar a sua própria profissão. Não é necessário ser um guru da gestão, para compreender que sem crédito não há economia e que sem economia não há sistema bancário. Mas no meio de todas estas catástrofes, que já se traduzem em 80.000 desempregados, só nos últimos 5 dias, sempre conseguimos ler notícias que nos arrancam uma gargalhada. Ora, imaginem que são médicos e que se preparam para fazer uma operação que pode mudar o paradigma da medicina moderna tal como a conhecemos. Vivem no Reino Unido, por exemplo, e a operação cirúrgica vai ter lugar em Barcelona. Na viagem têm de levar convosco organismos vivos, no caso, células com poucas horas de vida cultivadas em laboratório que introduziram, suponho eu, num recipiente apropriado. Neste caso, o que fariam? Naturalmente, comportar-se-iam como professores universitários com vários doutoramentos em carteira e comprariam uma viagem numa companhia low-cost, confiantes que esta tivesse uma tarifa especial para organismos vivos que são seres humanos em potência. Errado? Pois foi o que fizeram Martin Birchall e Anthony Hollander, dois reputados cientistas da Universidade de Bristol, em trânsito para um transplante de traqueia que iria utilizar tecido humano criado a partir de células estaminais do próprio paciente. O irónico da situação, para além da situação em si, é que um dos cientistas, Martin Birchall, quase ia sendo preso por se ter revoltado quando a Easy-Jet lhe recusou a entrada no avião. Conhecendo o temperamento anglo-saxónico, conseguimos facilmente adivinhar a acesa discussão, a troca de insultos e a violência que se devem ter seguido ao incidente. Felizmente existem aviões-como é que não me tinha lembrado disto antes- privados, e a colombiana Cláudia Castillo foi transplantada com sucesso. A história, séria, pode ser lida aqui, ou em registo jornalístico aqui.



Ah, este sou eu, em versão Simpsons. Também devo ter acordado assim.

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 23:08 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Série BONFIM DE SEMANA: Esta já é antiga mas não me sai da cabeça há umas semanas.

Junior Boys ::: In The Morning

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LAST THURSDAY'S CUT COPY

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sábado, 15 de novembro de 2008

Série BONFIM DE SEMANA: O que é que Paris tem?

Ladyhawke ::: Paris Is Burning



Friendly Fires ::: Paris



The Teenagers ::: Streets of Paris (Live)

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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

De novo a língua

Costumo respeitar pessoas silenciosas, quanto mais não seja por oposição a pessoas verborreicas. As pessoas silenciosas representam, no entanto, um perigo em potência. O silêncio pode ser utilizado, por exemplo, para disfarçar uma voz terrivelmente aguda ou, em casos mais extremos, uma dentição incompleta ou uma gaguez desarmante. Noutros casos ainda, o silêncio serve apenas para esconder o vazio. O vazio de ideias, o vazio de causas, o vazio de emoções. Manuela Ferreira Leite está neste último caso. Preferia quando não falava, pois assim evitava admitir que nada tem para dizer ou anunciar ao país, como hoje no Público: "Se eu tivesse políticas alternativas não as anunciava até às eleições; eram todas copiadas pelo PS".

Se eu tivesse juízo, ontem tinha-me deitado mais cedo, mas não tenho. Também não sou líder do principal partido da oposição, tenho sempre essa desculpa, já que o silêncio não me serve.
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Cross-blogging

Susana, I'm soooo sorry.

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Agenda para hoje à noite

Cut Copy e Boyz Noize, hoje, no LUX.

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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Donnafugata DJ SET

Deixo aqui uma experiência audio. Espero que gostem da selecção.

LIVE MIX - DONNAFUGATA
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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Tape ain't gonna fix it

Para não dizerem que tenho uma obsessão com a Lykke Li, agora que já me confirmaram a sua deslocação a Lisboa, ainda em Dezembro deste ano, venho confessar uma outra, chamemos-lhe fixação, desta feita pela americana Alison Mosshart, que com o ex-namorado da Kate Moss constituem os The Kills. Isto a propósito do novo registo vídeo do álbum Midnight Boom (2008), para Tape Song. A percussão cardíaca e as descargas eléctricas desta música fazem-me querer assaltar velhinhas, com todo o respeito, obviamente.



Em baixo podemos ver uma "desamparada" Alison Mosshart depois de ser assistida por um bombeiro durante um concerto em NY, que Mr Bronques ironicamente apelidou de "Kills on Fire".



A imagem de Kate "groupie" Moss, nesta sequência, é confrangedora.

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Série Bonfim de Semana

Esta semana, mais tarde, acabado de regressar de Londres: Valentine, de Mr Richard Hawley. Estava a chover em Brick Lane.

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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

McCain-Obama

Tentei não escrever sobre a noite passada. Não porque não me apetecesse, mas apenas porque queria esperar que desaparecesse o travo amargo que experimentei ao ouvir o discurso da vitória. Não me interpretem mal, desde a primeira hora fui um apoiante entusiasmado do agora Presidente. Mas depois de ouvir o refrão “to change” tantas vezes, queria que este significasse mais do que a conjugação de um verbo de oportunidade. Senti também um pouco o vazio do amante depois da conquista. Um presidente negro eleito nos Estado Unidos com 349 votos, até ao momento, e maiorias no senado e no congresso configuram, no entanto, aquilo que se pode considerar uma vitória em toda a linha, sem prejuízo das leituras laterais que possam ser feitas ou das narrativas históricas que se queiram construir. Se as coisas forem bem feitas, o que todos esperamos e ansiamos, esta vitória pode traduzir-se numa mudança significativa - não tenho assim tantas ilusões - da sociedade americana e, por contaminação, de todos nós. Desde logo e de forma a conseguir evitar alguns (ainda) possíveis desastres até Janeiro, Obama tem de escolher a equipa o mais rapidamente possível, sem erros de casting nem políticas de bastidores ou concessões partidárias. A conjuntura não se compadece com movimentos dilatórios e saber quem irá ser o próximo Secretário de Estado do Tesouro, por exemplo, poderá introduzir alguma serenidade nos mercados e nos consumidores.
Seria injusto, no entanto, afirmar que a vitória pertence apenas a Obama, ou a Bush, pois houve muitos erros não forçados ou até alguma ingenuidade de McCain. Até parece que os fez propositadamente, pois o seu percurso e personalidade fazia adivinhar uma campanha bem mais disputada ou, pelo menos, discutida a um outro nível. E já nem me refiro ao desastre Sarah Palin, porque não gosto de concordar com José Saramago em público.
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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Any given Sunday




Desde a FIL até ao Coliseu dos Recreios vai uma grande distância. Gostaria de vos presentear uma fotografia da CHRISTINE BREWER a interpretar os Wesendonk-Lieder do Wagner com a Orquestra Sinfónica da BBC, num momento de extraordinária intensidade, mas infelizmente não permitem a captação de imagens. Fica aqui, no entanto, o registo de uma outra representação a que tive a oportunidade de assitir, na tarde do mesmo Domingo, numa indústria aparentemente menos preocupada com os direitos de/a imagem.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 04:28 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, 3 de novembro de 2008

CIRCUM-NAVEGAÇÃO




A minha Escola Secundária Fernão de Magalhães, em Chaves, continua a bater-se nos rankings das escolas secundárias, com um 12-42-33 (públicas, geral, escolas com mais de 50 exames).

Fico sempre muito orgulhoso.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 18:12 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sábado, 1 de novembro de 2008

Profecias




Os endorsements de jornais estrangeiros são sempre perigosos e contraproducentes, para não dizer desastrosos, como o apoio do Economist a W. Bush em 2000. Um pouco de humildade não lhes ficava nada mal.
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Empatia



No início da semana, Karen Armstrong (1944) perguntou-me se era feliz com aquilo que fazia ("Are you happy with what you're doing?"). Demorei dez minutos a responder, o que só por si revela muito sobre a minha capacidade para me auto-iludir. Depois disse-me que entre uma doença crónica, ter sido freira e ter ficado sem emprego, apenas encontrou o seu próprio caminho aos 50 anos. Karen passou a escrever sobre religião e história das religiões, sem qualquer ressentimento, tendo publicado o seu primeiro best-seller "A History of God , em 1993.
Na terça-feira passada, na Fundação Calouste Gulbenkian, defendeu que a "questão religiosa" não era realmente religiosa, mas política, e que dialogar não significa apenas falar, mas também ouvir e estar preparado para mudar. Segundo Karen, as três grandes religiões monoteístas são apenas uma variação de um mesmo princípio, o da empatia, o do não faças ao outro o que não farias a ti mesmo, o que torna irrelevante quase tudo o resto. Às vezes é necessário devolver a simplicidade às questões, mas nem todos têm esta capacidade.
No final da nossa conversa, respondi-lhe que aquilo que fazia me permitia conhecer pessoas como ela, o que é muito valioso.
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Some came running


Two doors down, by Mystery Jets from Rui Hermenegildo on Vimeo.

A minha primeira experiência em vídeo.
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sábado, 25 de outubro de 2008

Série BONFIM DE SEMANA


PASSION PIT - SLEEPYHEAD from FunkySpaceMonkey on Vimeo.

Obrigado, E., pelo título.
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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Business of business

É reconhecido o gosto do H. por contrariar o senso comum, não confundir com bom senso, que esse não lhe falta. O seu livro "Vende-se Portugal", por exemplo, constitui um alerta sério para práticas públicas irresponsáveis que se traduzem em ataques criminosos aos bolsos dos contribuintes. Este gosto, no entanto, por vezes resvala para um prazer pela polémica pura.

Pensar diferente não tem de significar necessariamente uma opinião diferente. As "empresas saudáveis" não deixaram de o ser por causa das políticas de sustentabilidade ambiental ou de responsabilidade social, que são indispensáveis para a sobrevivência das próprias empresas, para não dizer dos consumidores.

As empresas deixaram de ser saudáveis, entre outros motivos, devido a um sistema de financiamento que não depende(ia) do desempenho de gestão e, nesta medida, é(era) insustentável, o que só por si denuncia toda a argumentação de que aquelas políticas são "outras palermices que tal". Não será necessário recuar até ao relatório do Clube de Roma, "Os limites do crescimento", de 1971, para justificar aquilo que o H. considera como "os vícios e maneirismos caros da responsabilidade social e ambiental das empresas".

O "business of business is business" do Friedman, também da década de 70, tem limites e esses limites são, no limite, os da coesão social e os do próprio planeta. Não escondo, no entanto, que, pelo menos em Portugal, infelizmente, as políticas de responsabilidade social e ambiental das empresas sejam dominadas exclusivamente por objectivos de comunicação (PR) e, nessa medida, se revelem inconsequentes, mas isso já é outra discussão. Em época de crise, as empresas terão de diminuir os gastos supérfluos, apenas espero que comecem pela publicidade tradicional e não pela sua responsabilidade social.

Alguém ainda vê anúncios na televisão?
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America's Secret War



Uma jornalista portuguesa, Mariana van Zeller, a trabalhar actualmente nos Estados Unidos, para a Current TV, acaba de apresentar uma reportagem sobre a eventual "guerra secreta" dos Estados Unidos contra o Irão. Depois da Síria, da Serra Leoa, da Nigéria ou da Nicarágua, a Mariana viajou até à fronteira do Irão com o Iraque e a Turquia para entrevistar, entre outras, as milícias do PJAK, um derivado do PKK, o Partidos dos Trabalhadores do Curdistão, que mantém operações terroristas contra o Irão. A tese de que o PJAK poderá estar a receber financiamento do Governo dos Estados Unidos é equacionada, embora a conclusão não seja assumida. Um jornalismo de investigação sério e arriscado que se recomenda.


Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 06:51 | 2 comentários   Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, 23 de outubro de 2008

EM ALFAMA

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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Medo da rejeição

Ontem alguém dizia ter pânico da rejeição. Ora, tentei por duas vezes utilizar uma parte do início da Lua e as Fogueiras do Pavese em dois textos oratórios, o que foi olimpicamente rejeitado. Ainda bem que tenho um blogue.

"Acreditei durante muito tempo que esta aldeia, onde não nasci, fosse todo o mundo. Agora que vi verdadeiramente o mundo e sei que é feito de tantas pequenas aldeias, não sei se quando era mais novo me terei enganado tanto.” [traduzido por mim do original em italiano]

Penso muito nisto.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 23:08 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Lykke Li


Breaking it up – alternative live video. Filmed by: Christian Haag from Lykke Li on Vimeo.

Desde Fevereiro que estou apaixonado, salvo seja, por esta menina; a paixão foi tão avassaladora que comprei o CD num site sueco sem compreender o que estava a fazer. Hoje em dia, já nem consigo ver os seus vídeos, por medo do sofrimento. Bom, minto, sempre dou uma espreitadela e aqui está mais um, depois de dois concertos esgotados em NY no fim-de-semana passado. Os pais de Lykke Li vivem em Portugal, mas nem assim se consegue marcar uma visita.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 04:39 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, 21 de outubro de 2008

KIDS LIST OF LAST FRIDAY (incompleta e não necessariamente por esta ordem)

Walking on a dream, Empire of the Sun
Beggin (Original Version), Madcon
Disco Lies, Moby
Electric Feel, MGMT (Justice RMX)
I kissed a girl, Kate Perry
Ice Cream, NYPC
LES Artistes, Santogold (XXXChange RMX)
Needy Girl, Chromeo
Paper Planes,M.I.A.
Mercury, Bloc Party (CSS RMX)
Repetition kills you, Black Ghosts
Sleepyhead, Passion Pit
Sound of Kuduro, Buraka Som Sistema
Starlett Johanson, The Teenagers
Two doors down, Mystery Jets
Stuck on repeat, Little Boots
I say you can't stop, Nelson (Data RMX)
Pogo, Digitalism's Robotic Remix
It's the beat, Simian Mobile Disco (The Teenagers RMX)
Crimewave, Crystal Castles VS Health
Hold on, Holy Ghost
Midnight madness, Chemical Brothers (Chemical dub)
Minuit jacuzzi, Tepr (Data RMX)
This boy's in love, The Presets (Lifelike RMX)
Lights & Music, Cut Copy (Boys Noize RMX)
Cheap and Cheerful, The Kills
Blind, Hercules and the Love Affair (Hercules club mix)
Kids, MGMT (Soulwax RMX)
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 03:39 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, 20 de outubro de 2008

What Can I Do When Everything's on Fire?



David Kipen, director das Literature and National Reading Initiatives, do National Endowment for the Arts, põe o dedo na ferida e revela que apenas 3% dos livros publicados nos Estados Unidos correspondem a obras traduzidas. Kipen avança, então, com uma lista dos seus autores estrangeiros preferidos, que inclui o "Que farei quando tudo arde?" do nosso António Lobo Antunes. Embora os americanos não padeçam da angústia existencial cultural francesa, que Christopher Caldwell relatava no FT deste fim-de-semana, a propósito do, para mim, desconhecido Le Clézio, o título do livro de António Lobo Antunes, roubado a Sá de Miranda, serve para manifestarmos o nosso apoio público ao candidato OBAMA, mesmo na semana em que ficámos a saber que este se prepara para ultrapassar a barreira dos 600 milhões de euros , um montante que quase iguala tudo aquilo que, em 2004, os dois candidatos de então, em conjunto, conseguiram angariar.

Para grandes males, grandes remédios?
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 21:49 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, 16 de outubro de 2008

HIT da FUN @ MAHJONG | SEX 17 OUTUBRO



Amanhã, sexta-feira, 17 de Outubro, vou dar o meu contributo para afastar a crise financeira, com a arte de giradiscar. Esta semana os MGMT estão em alta.

A partir das 23h59.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 18:59 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Mensagem para o Graham Vick



Para o Crepúsculo dos Deuses queremos uma Brünnhilde menos balofa, a Anna Netrebko, por exemplo. O desgraçado do Siegfried, na última récita ontem em São Carlos, nem conseguiu montar a tenda, tal era o desconcertante peso da valquíria.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 17:24 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Ler os sinais

From: CNN Breaking News [mailto:BreakingNews@mail.cnn.com]
Sent: segunda-feira, 13 de Outubro de 2008 21:13
To: textbreakingnews@ema3lsv06.turner.com
Subject: CNN Breaking News

-- The Dow Jones closes up more than 900 points, according to early tallies -- its biggest point gain in a single day ever.

-----Original Message-----
From: CNN Breaking News [mailto:BreakingNews@mail.cnn.com]
Sent: quarta-feira, 15 de Outubro de 2008 21:15
To: textbreakingnews@ema3lsv06.turner.com
Subject: CNN Breaking News

-- Recession fears help send Dow down more than 700 points at close for the second time ever.

A CNN foi notificada pela U.S. Securities and Exchange Commission por utilização abusiva da palavra ever.

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 17:00 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem

Ruído





Não será necessário investigar muito para compreender quem é que falava lá em casa.
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 00:26 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sábado, 11 de outubro de 2008

Borbulhas

A propósito dos Pontos Negros, logo quando o buzz chegou, nunca compreendi muito bem todo o entusiasmo em redor de uns miúdos que roque-enrolavam com umas letras sofríveis. Como sou bastante influenciável, pelo que só posso culpar os meus queridos amigos, lá descarreguei o EP no Myspace dos ditos e ontem acabei por comprar o Magnífico Material Inútil. Devo confessar que - é agora a altura certa - com Conto de Fadas de Sintra a Lisboa já me tinham conquistado, afinal 2008 sempre foi o ano dos Vampire Weekend. A ouvir, a ouvir, sem preconceitos, pois até o John Lydon faz publicidade a uma manteiga. 
Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 05:30 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, 10 de outubro de 2008

SOFT PORN QUASE LÍRICO

Publicada por Rui Hermenegildo à(s) 06:47 | 0 comentários   Hiperligações para esta mensagem
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